Comunidade Banco do Planeta

Nestes dias 4 e 5 de dezembro, São Paulo acolhe o encontro Urban Age, um movimento mundial iniciado pela London School para avaliar os problemas e compartilhar soluções para as grandes cidades. O objetivo é planejar ambientes urbanos melhores, onde as pessoas se sintam seguras e felizes.

"Não sabemos como as mudanças climáticas, sociais e econômicas vão afetar nossas cidades, nem qual será seu futuro. O Urban Age pode ser um ponto de partida para utilizar a visão de especialistas de todo o mundo e aplicar tecnologias na melhoria das cidades", declarou Anthony Williams, prefeito de Washington D.C. de 1999 a 2007, presente no evento.

A tônica de todas as falas foi: para construirmos uma mudança efetiva é preciso muito diálogo e consultar todas as instâncias, governo, enpresários e a população, a cada etapa.

"O setor policial deve ser consultado pelos arquitetos que desenham centros habitacionais ou comerciais, por exemplo. Com isto, eles podem já de início serem mais seguros e fáceis de monitorar", destacou Paula Miraglia, diretora executiva do Instituto Latino-americano de Prevenção do Crime da ONU.

Exemplos de transformações positivas a partir do envolvimento de toda a sociedade foram destaque no encontro.

O Banco do Planeta é um espaço, justamente voltado para esta troca de informações, capaz de inspirar mudanças em cada um e cada uma. Assim, aqui está o espaço para dizer:

Que idéia você tem para melhorar as cidades?

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Tags: cidades, design urbano, sustentabilidade

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Comentário de edmi moreira em 14 dezembro 2008 às 19:07
Discordo com quase todos os comentários anteriores,nem tudo que a ONU diz é certo e para mim não tem nem um pouco de moral pois quase todos os países são inadiplentes e não investe no principal,que é a semente....Uma boa semente se planta em qualquer lugar e ela nasce,não importa o solo...Quero dizer com isso que as escolas de séries iniciais tanto públicas ou particulares deveriam envestir pesado em cidadaõs,e não em futuros universitátios e concurseiros.As escolas de hoje não tem a mínima preocupação com o meio ambiente,(a maioria é claro,não todas),não existem projetos relacionados ao meio ambiente,a solução não é para agora e sim para daqui 20 anos,eu mesmo planto cerca de 2.500 ávores por ano,sem me preocupar com quem quer ajudar ou não,é o que todos devem fazer,pouco á pouco.Já o governo poderia voltar algumas matérias que o proprio Ex-governador do DF Cristavam Buarque Inutíl da Silva fez em seu governo e voltar as Praticas Agrícolas e Extrativistas nas escolas publícas e parculares...E qto a nossa amiga Tânia não precisa acabar ou diminuir a criação extensiva e sim uma criação associada com plantio de mata da própria região,e nas lovouras em vez de curva de nível poderiam ser feitas com o pedaço da própria mata nativa,além de fazer a drenagem acabariam com a erosão em laga escala e daria proteção as nascentes..Isso em áreas pertos das grandes cidades...Edmi Moreira Educador ambiental e Técnico Agropecuário.
Comentário de Tania de Lourdes Martins em 13 dezembro 2008 às 9:48
Reforço a idéia acima sobre a eliminação das redes de esgotos e dos biogestores.Apenas gostaríamos de acrescentar que eles já não precisam ser pequenos (baixa produtividade), pois desenvolvemos uma técnologia que aponta para a otimização tecnológica da idéia e produção em larga escala antes impensada, tornando viável a produção programada de gás/adubo. Realmente quando vemos que 98% dos rios da América Latina e do Caribe morrem devido aos esgotos dométicos(segundo a ONU), e quão pouco se avança com o tratamento adequado dos dejetos, que é muito caro afinal, vemos que estamos deixando para trás um dos maiores inimigos do meio ambiente - junto com os desmatamentos, o escapamento dos carros e chaminés de indústria e a criação extesiva de gado. E um inimigo que poderia, ao contrário, estar ajudando a resolver o problema das fontes tradicionais de energia de forma muito mais viável do que plantar horizontes infinitos de cana de açúcar e outros que, sabemos, vão "cansar" a Terra - o cocô e o xixi...Perguntemos: Tal resistência em mexer com eles, o cocô e o xixi, seria de ordem apenas olfativa? (que nós resolvemos?!) ou filosófica, ou poética, ou Freud explica?
Comentário de Maria Thereza Amaral em 8 dezembro 2008 às 17:10
Eu gostaria muito de saber como foi este evento. Será que alguém da comunidade foi e poderia comentar ?
Comentário de Paulo Lucena em 8 dezembro 2008 às 16:38
Estou empreendendo um negócio relacionado à reciclagem de plástico.

Durante a fase de modelagem do negócio fiquei com uma certeza. De alguma forma tudo passa pelo poder público.
Regulamentação, fiscalização e principalmente educação são fundamentais para mudar a triste realidade brasileira. Aterros sanitários cada vez mais cheios e amadorismo e quase subemprego no processo de coleta.

Você sabia?
- Os impostos das resinas recicláveis são maiores que das resinas virgens.
- Há cinco anos esta no congresso a Lei de Resíduos Sólidos, lei esta que buscará ajudar na regulamentação da reciclagem.
- Uma pessoa gera aproximadamente 1Kg de lixo por dia, onde deste total somente 10% é recuperado para reciclagem.
- A diferença do mendigo para o catador é que ambos fisicamente são até parecidos, mas o primeiro decidiu pedir dinheiro e o segundo optou por trabalhar.
Comentário de Neuza Árbocz em 5 dezembro 2008 às 12:39
Uma medida essencial é tratarmos os esgotos em estações menores, distribuídas pela cidade, utilizando biodigestores - que ainda permitem gerar energia a partir dos dejetos. Sobre eles, ficam jardins e flores e tudo acontece sem nenhum mal cheiro.

Náo dá mais para continuar a jogar esgoto em córregos e rios e ainda pagarmos para isto acontecer!

Há exemplos muito bom de biodigestores em cidades do mundo, como em Bonn, Alemanha. Tecnologia milenar, simples e prática.

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