Comunidade Banco do Planeta

Lúcia Helena de Almeida Pereira
Compartilhar no Facebook Compartilhar Twitter
  • Mensagens de blog
  • Eventos
  • Grupos
  • Fotos
  • Álbuns de Fotos
  • Vídeos

Amigos de Lúcia Helena de Almeida Pereira

  • Zaymon Zarondy
  • Eriem Ferrara
  • Grupo Editorial Beco dos Poetas & Escritores LTDA.
  • Ana da Cruz
  • Silmara & Antonio
  • Renato
  • Agamenon Troyan
  • Wilson Tarciso Giembinsky

Informações do Perfil

Qual sua relação com o Bradesco?
Interessado
Qual seu interesse na Comunidade Banco do Planeta?
Colaborar no que for possível para ajudar nosso planeta.
Você possui envolvimento com sustentabilidade?
Não
Onde você trabalha hoje?
Escola Estadual Iracema Rodrigues - Machado - MG
 

Página de Lúcia Helena de Almeida Pereira

Últimas atividades

Palacios deixou um comentário para Lúcia Helena de Almeida Pereira
"Óla, um pouco de música...CLUBE DA SERESTA, um site para você totalmente gratuito.. Faça seu registro e tenha sua página exclusiva, onde você pode adicionar até 100 fotos, 100 músicas de sua…"
10 Mar, 2010

Caixa de Recados (6 comentários)

Você precisa ser um membro de Comunidade Banco do Planeta para adicionar comentários!

Entrar em Comunidade Banco do Planeta

Às 16:55 em 10 março 2010, Palacios disse...
Óla, um pouco de música...CLUBE DA SERESTA, um site para você totalmente gratuito.. Faça seu registro e tenha sua página exclusiva, onde você pode adicionar até 100 fotos, 100 músicas de sua preferência ou divulgar as suas, 30 vídeos, postagem de blogs e muito mais. Temos uma sala de bate-papo onde você poderá trocar idéias com os outros membros do clube. Venha juntar-se a nós ! www.clubedaseresta.ning.com
Abraço.
Às 9:19 em 10 julho 2008, Silmara & Antonio disse...
Oi Lúcia! "Vamos dar as mãos" ...?
Às 9:08 em 10 julho 2008, Wilson Tarciso Giembinsky disse...
Ola , bom dia!

É bom saber que não estamos sós na luta pela preservação ambiental e talvez você tenha uma idéia economicamente viável para compartilhar conosco.

Eu, Wilson Tarciso Giembinsky e minha esposa Benedita somos produtores rurais, biólogos, ambientalistas conscientes e preservacionistas.

Possuímos uma área de aproximadamente 600 hectares de cerrado que estamos recuperando e preservando desde 1978.

Quando a compramos era uma área de cerrado ralo e degradado por fogo colocado todo ano para pastejar a brotação.....
Deixamos a vegetação nativa, protegemos as veredas e conservamos o solo fazendo que a água penetrasse nele, elevando o lençol freático e recuperando nascentes.
O cerrado, antes ralo e praticamente inexistente se recuperou e agora preservado, ocupa a maior parte da área, com vegetação vigorosa e exuberante.
Nas margens das veredas recuperamos e deixamos uma faixa de cerrado de 180 a 200 metros, quando a obrigação legal aqui é de 80 metros.
Nesta área além da flora há uma fauna rica e diversificada, oncinhas pardas, (que comem meus bezerros e carneiros) tatus, capivaras, veados, lobos, raposas, tamanduás, quatis, gambás, macacos, sagüis, lontras, lagartos, teiús, jacarés, sapos, rãs, pererecas, peixes diversos, sucuris, jibóias, cascavéis, corais, jaracuçus, e diversas cobras não venenosas, emas, seriemas, perdizes, codornas, nambus, carcarás, papagaios, araras, tucanos, beija-flores, pica-paus, garças, quero-queros, curicacas, saracuras, e outras diversas aves, abelhas nativas e outros insetos.....
Há um gafanhoto campainha que nunca vi em outro local, canta parecendo um telefone, uma lagartixa (não é lagarto) que passa de 20 centímetros de comprimento.

A vereda do Bimba, coordenadas 17º30’sul, 46º57’ oeste, que só existia na época das chuvas... É perene a mais de 15 anos!
Combatendo as erosões, construindo curvas de nível, bacias de contenção, recuperando a vegetação ciliar até 200 metros das margens e construindo pequenas barragens com sacrifício, dinheiro do próprio bolso e ajuda de vizinhos, (alguns meiaram o diesel) conseguimos torná-la perene, a ponto de vizinhos novos, que já desmataram quase tudo, a usarem para irrigação via pivô central. E continuam desmatando, em breve serão 3 pivôs nesta vereda que antes de 1984 era intermitente. Eu os avisei...

Usávamos aproximadamente 350 hectares na produção de boi verde em cruzamento industrial, nos pastos cultivados com curvas de nível, microbacias e sombreamento. O cerrado esta se recuperando nestes 350 hectares também.
Estamos revertendo o efeito estufa, deixamos de produzir metano e estamos fixando carbono.

No entanto, para continuarmos a recuperar e preservar como todos querem precisamos tornar esta preservação economicamente viável, (vender créditos de carbono, vender cotas de preservação, vender árvores preservadas, vender produção de água pura, patrocínios de preservação, etc...) ou vender a área. Somos teimosos, estamos tentando, mas esta difícil!

Temos recebido propostas de pecuaristas, agricultores, madeireiros e usineiros, mas não gostaríamos de ver isto tudo que recuperamos e preservamos ser depredado, destruído como vem acontecendo nos vizinhos.

Já tentamos créditos de carbono, ONGS preservacionistas, SOS cerrado, ambientalistas e nada!
Até agora não obtivemos sucesso e can$$amos......
Gente que só fala em preservar a área dos outros... Gente que, mobiliza a opinião pública para obter apoio para suas denúncias, mas na hora de agir, de investir, de colocar o discurso em prática, na preservação, no que interessa.... Nada.
Quer água limpa para beber mas nunca bloqueou e recuperou uma erosão, nunca fez uma curva de nível, uma bacia de contenção, uma barraginha, nunca recuperou uma nascente.....
E nem sabe quanto custa tudo isto.
Quer ar puro para respirar, reverter o efeito estufa, mas não preserva e nem paga para quem preserva, só fala, grita, acusa, quer que os outros preservem.
Na hora de colocar o $eu... Não coloca...

Todos eles querem preservar o meio ambiente com o bol$o dos outros, não dão nem uma mãozinha pra preservar pelo menos a água potável para seus netos...

Veja fotos da fazenda WB Traíras anexas e mais na minha página do banco do planeta acessando:,
www.bancodoplaneta.com.br/profile/WilsonTarcisoGiembinsky
Verá áreas de agricultura e pastagens dos vizinhos, onde deveriam ser matas ciliares e em contraste, ao fundo, as áreas de cerrado que recuperamos e preservamos.

Aceitamos sugestões, parcerias, idéias economicamente viáveis, de preferência a curto prazo, ou mesmo vender para quem continue a preservar....
Sabe como? Tem idéias? Tem meios? Faz parceria? Pode ajudar?
Conhece alguém que pode? Tem contatos? Pode neutralizar sua emissão na minha área?

Wilson Tarciso Giembinsky
Fazenda WB Traíras
Caixa postal 115
38600-000 Paracatu MG
tel. 38-9962 5440 ou 34-9805 1074 quando funcionam.....
wbtrairas@yahoo.com.br
Às 20:09 em 7 julho 2008, João Germano Rodrigues disse...
Oi Lucia, estou divulgando o video SOS Mata Atlântica
Às 19:19 em 7 julho 2008, Agamenon Troyan disse...
OLHOS DE CURUMIM

De: Agamenon Troyan

Quando a natureza despertou
Ele adormeceu em devaneios
Bombardeado com os seus encantos.

Despertado ele passou a observá-la
Em cada detalhe
Em cada canto.

Seus olhos: era o sol
A terra: sua pele trigueira
Seus cabelos: as matas
Os rios: o sangue que lhe corria
Seus pulmões: o ar fresco
Sua voz: o vento
A chuva... Seu pranto!

Ele percorreu a floresta
Subitamente, no meio do caminho
A encontrou deserta
A natureza começou a chorar...

Suas lágrimas caíram do céu
Entristecendo o curumim.
Ele apontou sua flecha
E atirou ao infinito...

...Tupã a recolheu
Encontrando uma mensagem:
“Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem”

contato? Carlostvcdr@yahoo.com.br

Este poema é parte integrante do meu livro (O ANJO E A TEMPESTADE), publicado pela Editora Nelpa (www.nelpa.com.br) fale com o editor Fernando Rafael (editorial@nelpa.com.br) caso queira comprar um exemplar.
Às 15:41 em 6 julho 2008, Lúcia Helena de Almeida Pereira disse...
Poesia classificada no Festival de Poesia de Varginha - 2008
PROTESTO
Pare o mundo, que eu também quero descer!
Estou desnorteada, embasbacada
Sem entender a razão da enorme confusão
Que o homem conseguiu fazer!

Neste mundo tão bonito, arruinou o ecossistema!
Que dilema! Modificou as estações.
Há enchentes, poluição, terremotos e furacões,
Seca em muitas regiões.

Há doenças, tanta fome...
A miséria se alastra...
Enquanto poucos têm fartura,
Muitos não comem.

O honesto cidadão
Se esconde atrás de grades
Enquanto o bandido, impune
Anda livre pela cidade.

Tem bandido na polícia
Tem corrupto no poder
Tudo virou Bósnia, fede mais que a Chechênia.
Guerra, ódio, intolerância,
Preconceito pra valer.

Ganância dos poderosos...
O amor foi esquecido!
Enquanto ele não renascer,
Pare o mundo, que eu também quero descer!
 
 
 

© 2013   Criado por Moderador da Comunidade.

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço